Sinopse: Robert Langdon, conceituado simbologia de Harvard, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem estupefactos uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. 
Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curados estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros


Opinião: Em pleno século XXI Dan Brown com O Código Da Vinci reacendeu o debate sobre a manipulação da Igreja Católica sobre o cristianismo e sobre a forma - quase nunca correcta, quase nunca humanamente moral, - de manter uma imagem pura e divina. Para alguns, O Código Da Vinci pode ser o primeiro contacto literário com a purga da Igreja e com a forma repressiva com que lidaram com quem não lhes convinha. Esta não é a minha primeira leitura - ou segunda. O meu Código Da Vinci é um livro velho e usado, cujas páginas já foram percorridas meia dúzia de vezes.

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Assim como no Natal passado vou vou participar na Maratona de Natal do grupo Tuga-a-Thon do Facebook que é organizada pela Ordem d'Avis e que vai começar no dia 15 de Novembro e termina dia 31 de Dezembro. 
O objectivo é o de ler e concretizar o maior número de desafios e, neste caso, vou tentar ao máximo relacionar os desafios propostos com a TBR da #MLOutonoInverno2017.

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Sinopse: Se alguma vez perguntaste a ti próprio de onde veio a Snitch Dourada, como é que surgiram as Bludgers ou por que razão os Wigtown Wanderers têm a imagem de cutelos estampada no seu traje, deves ler O Quidditch Através dos Tempos. Esta edição limitada é uma reprodução do exemplar que se encontra na Biblioteca da Escola de Hogwarts, onde é quase diariamente consultado pelos jovens adeptos do Quidditch.Os lucros obtidos com a venda deste livro reverterão a favor do Movimento Comic Relief, que utilizará o teu dinheiro para continuar a implementar acções que permitirão ajudar os mais necessitados e a salvar muitas vidas - acções essas que são ainda mais importantes e admiráveis que o tempo de três segundos e meio que Roderick Plumoton levou a apanhar a Snitch Dourada em 1921.


Opinião: Quidditch Através dos Tempos não pode ser considerado um livro com nome próprio. À semelhança do que acontece com Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los e ao contrário de Os Contos de Beedle, o Bardo, não há uma história concreta com início, meio e fim. Não há personagens. Quidditch Através dos Tempos actua como uma enciclopédia do jogo mais famoso entre  os feiticeiros do mundo criado por J.K.Rowling para uma causa altruísta. Nele aprendemos sobre a origem das regras, as faltas e o motivo pelo qual os feiticeiros escolheram a vassoura como meio de transporte.

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Sinopse: Virei-me para sair, mas a porta fechou-se a poucos centímetros da minha cara. De repente, um vento pareceu soprar através da sala e as fotografias nas paredes chocalharam. Quando me virei de novo para as raparigas, estavam as três a sorrir, os cabelos a ondularem-lhes a volta dos rostos como se estivessem debaixo de água.
O único candeeiro de sala tremeluziu e apagou-se. Eu apenas conseguia distinguir faixas prateadas de luz que passavam sob a pele das raparigas, como mercúrio. Até os seus olhos brilhavam.
Começaram a levar, as pontas dos sapatadas regulamentares de Hecate mal tocando a carpete musgosa. Agora, já não eram rainhas do baile de finalista, nem supermodelos - eram bruxas e até pareciam perigosas.
Apesar de me debater contra a vontade de cair de joelhos e colocar as mãos acima da cabeça, pensei, "Eu também seria capaz de fazer aquilo?".


Opinião: Hex Hall de Rachel Hawkins foi o que eu esperava dele: um livro de uma complexidade mediana,  de leitura rápida e que entretém. A premissa inicial é bastante simples: Sophie Mercer, a protagonista e uma bruxa que adquiriu os seus poderes aos treze anos de idade, é enviada para Hex Hall, uma espécie de escola correctiva para Pródigos (diga-se de passagem, lobisomens, mutáveis, fadas, bruxas e feiticeiros) para aprender a controlar os seus poderes e não ser apanhada no mundo humano por vários grupos de fanáticos que querem qualquer criatura com poderes morta.

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Opinião: Riverdale é uma série do canal The CW baseada nas personagens da BD Archie Comics, Archie Andrews, Betty Cooper, Jughead Jones e Veronica Lodge, criados por John L. Goldwater e escritos por Vic Bloom. Não conheço a BD. Não tenho qualquer conhecimento sobre as histórias ou conceitos sobre o qual se debruça. Não estou familiarizada com o trabalho do criador e do autor. Até começar a ver Riverdale, nem sequer sabia que algo chamado Archie Comics existia, tal era o meu nível de ignorância. Mas a verdade é que existe e, se a sua existência motivou a criação da série só posso estar grata.

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Sinopse: Sweet, funny, and quietly poignant, Debbie Tung’s comics reveal the ups and downs of coming of age as an introvert.
This illustrated gift book of short comics illuminates author Debbie Tung's experience as an introvert in an extrovert’s world. Presented in a loose narrative style that can be read front to back or dipped into at one’s leisure, the book spans three years of Debbie's life, from the end of college to the present day. In these early years of adulthood, Debbie slowly but finally discovers there is a name for her lifelong need to be alone: she’s an introvert.
The first half of the book traces Debbie’s final year in college: socializing with peers, dating, falling in love (with an extrovert!), moving in, getting married, meeting new people, and simply trying to fit in. The second half looks at her life after graduation: finding a job, learning to live with her new husband, trying to understand social obligations when it comes to the in-laws, and navigating office life. Ultimately, Quiet Girl sends a positive, pro-introvert message: our heroine learns to embrace her introversion and finds ways to thrive in the world while fulfilling her need for quiet.


Opinião: Quiet Girl in a Noisy World é o retrato da vida de uma introvertida num mundo de extrovertidos através de pequenas comics ilustradas pela a autora Debbie Tung. A autora usa o seu talento para contar experiências da sua própria vida e para colocar em papel os pensamentos, para outros dramáticos, para outros habituais, que lhe assolam a mente após um conjunto de interações sociais não desejadas. Quiet Girl in a Noisy World decorre no espaço de três anos e retrata a descoberta da autora e a sua aceitação para a sua forma de pensar e de estar perante os outros: ela é uma introvertida.

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Sinopse: Starr tem 16 anos e move-se entre dois mundo: o seu bairro periférico e problemático, habitado por negros como ela, e a escola que frequenta numa elegante zona residencial de brancos. O grácil equilíbrio entre estas duas realidades é quebrado quando Starr se torna a única testemunha do disparo fatal de um polícia contra Khalil, o seu melhor amigo. A partir daí pairam sobre a Starr ameaças de morte: tudo o que ela disser acerca doc rime que presenciou pode ser usado a seu favor por uns, mas sobretudo como armas por outros. Um poderoso romance juvenil, inspirado pelo movimento Black Live Matter e pela luta contra a discriminação e a violência

Opinião: Qual é a definição de racismo? "O racismo é a discriminação social baseada no conceito de que existem diferentes raças humanas e que uma é superior às outras. (...) Consiste numa atitude depreciativa e discriminatória não baseada em critérios científicos em relação a um grupo social ou étnico." The Hate U Give ou O Ódio que Semeias na versão em português é um livro que retrata uma situação - infelizmente - real do que a discriminação pela raça ou pelo background podem fazer num ambiente policial. Inspirado pelo movimento #BlackLivesMatter, um movimento ativista que luta contra a brutalidade policial e contra as condições sociais e políticas que oprimem os negros dos EUA, Angie Thomas apresenta-nos um livro importante e que deve ser lido por todos.

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Opinião: Imaginem um jogo de Verdade ou Consequência mas onde a única resposta possível é a Consequência, no entanto, podem decidir ser jogadores (players) ou observadores (watchers). No primeiro caso, executam os desafios. No segundo caso, não só observam, como filmam e ainda decidem os desafios dos jogadores. O objectivo? Um monte de dinheiro por cada tarefa cumprida para aqueles que têm a coragem de jogar.

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Opinião: Não sou a pessoa mais familiarizada com as obras e as adaptações de Stephen King, no entanto, IT, ao contrário de A Torre Negra, chamou-me a atenção pela quantidade de críticas, algumas das quais impressionantes e, sendo uma apaixonada irremediável por filmes que me deixam na ponta da cadeira e com o coração nas mãos, vi-me obrigada a assistir. Realço que não li o livro IT, não vi a mini-série com o mesmo nome e conceito, nunca vi nada remotamente revelador do final ou do conteúdo do próprio filme.

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Assim como no Verão, neste Outono e Inverno vou participar na Maratona Literária Outono | Inverno 2017 (#MLOutonoInverno2017) que é organizada pelo blog Flames e Agora que Sou Crítica e que vai começar no dia 15 de Outubro às 23h59 e termina dia 15 de Janeiro às 23h59. 
O objectivo continua a ser o mesmo: ler no período da maratona o maior número de páginas possível e, para adicionar "páginas" ao nosso contador, ainda podemos fazer desafios extra que incluem a fotografia.

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SinopseO que é o verdadeiro amor?
Para Eduardo, de 17 anos, é a mãe e o irmão mais velho, Simão. Este, porém, tem um segredo que o empurra para a bebida e Eduardo receia que o seu irmão se suicide, tal como o pai de ambos o fizera, dez anos antes.
Júlia acredita que passou ao lado de um grande amor. Em busca da verdade que mudará a sua vida, regressa à vila de Apúlia para reconstruir um passado de que não se consegue recordar.
O caminho desta mulher perturbada está prestes a cruzar-se com o de Eduardo, trazendo à tona segredos, paixões agressivas e remorsos intemporais, com consequências devastadoras sobre a vida da outrora pacata vila piscatória.
Uma alegoria moderna de um clássico, onde os humanos se destroem sem precisarem de intervenção divina.

Opinião: Em primeiro lugar tenho de agradecer à autora, Andreia Ferreira por, muito gentilmente, ter disponibilizado o seu livro e apesar de ter conhecimento dos seu livros anteriores, Maresia e Fortuna marca a minha estreia com a autora e foi um estalo na minha reticência a novos autores. Enquanto leitora fiquei muito impressionada.

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Sinopse: Dustwalk is an unforgiving, dead-end town. It's not a place to be poor or orphaned or female. And yet Amani Al'Hiza must call it "home". 
Amani wants to escape and see the world she's hear about in campfire stories. 
Then a foreigner with no name turns up, and with him she has the chance to run. 
But the desert plains are full of dangerous magic. The Sultan's army is on the rise and Amani is soon caught at the heart of a fearless rebellion...

Opinião: Com Rebel of the Sands foi a primeira vez que me debrucei sobre uma leitura cujo setting resulta de uma mistura da mitologia árabe e das vivências do médio oriente com o faroeste. É uma mistura que não pensei que fosse deixar uma sensação tão entusiástica como a que deixou, mas a verdade é que o fez. Para qualquer leitor, é fácil de perceber que Rebel of the Sands possui demasiadas influências - árabes, gregas, irlandesas - e que há uma base forte e estrutural por detrás das palavras da autora. No entanto, a minha ignorância no folclore era tal, que dei por mim sem saber o que era mitológico e o que foi originalmente criado pela autora. Fui obrigada a consumir Rebel of the Sands como um todo, uma coisa própria, esquecendo qualquer base mitológica que pudesse haver porque pura e simplesmente não a conhecia. Rebel of the Sands foi uma autêntica surpresa. 

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