Sinopse: Mia sente-se a princesa mais infeliz do mundo! O baile de finalistas aproxima-se e ela não tem par, além disso, não quer um par qualquer, quer o namorado. Mas Michael não gosta de bailes e o convite não chega... Conseguirá Mia ir ao baile de finalistas? Conseguirá Mia deixar de chorar e conseguir convencer Michael? Conseguirá Mia comprar um vestido maravilhoso e a todos deslumbrar? Encontramos a nossa Princesa completamente infeliz... será que no fim ela vai ser superfeliz????

OpiniãoEm O Diário da Princesa V - A Princesa Cor-de-Rosa as coisas começam, à falta de melhor palavra, a ficar interessantes e, ao contrário do volume anterior onde a leitura pareceu ligeiramente forçada, neste quinto volume, Meg Cabot retorna com o enredo altamente divertido e viciante. A relação entre Mia e Michael começa a ficar mais séria e, entre uns beijos aqui e acolá conseguimos facilmente perceber o caminho que pode vir a tomar e só consigo prever o quanto irei rir com os devaneios alucinantes da nossa princesa face às hormonas aos saltos.
A verdade, no entanto, é que em termos de formato, O Diário da Princesa V - A Princesa Cor-de-Rosa, não muda. A escrita, já característica, é a mesma, e o momento no qual sabemos que tudo muda é o nosso foco, pelo que a leitura passa a correr e, embora os mil problemas alertados ao longo das páginas, das constantes frases "a minha vida acabou" sabemos que no fim, tudo se resolve - por enquanto. Por outro lado, há menos listas, menos devaneios e mais acção, por parte da protagonista e dos seus familiares/amigos, o que é preferível a coisas como "As 10 mulheres que me influenciam" ou "Os 10 homens mais sexy segundo Mia e Lilly".
Neste volume, a autora explora em melhor detalhe os pormenores do primeiro amor e as consequências do mesmo, não só a nível social, como a nível psíquico e, de repente, uma rapariga de crenças tão intrincadas como Mia dá por si a querer ser propriedade de um rapaz e a colocar as suas necessidades à frente de alguém que perdeu o seu trabalho porque quer, pura e simplesmente ir a um baile de finalistas. Os adolescentes, a bem ver, são criaturas altamente interessantes porque, para eles, - e tendo sido uma à poucos anos, falo por experiência própria - cada dia parece o fim do mundo e, Meg Cabot possui o dom de passar para o papel a complexa mentalidade do que é ter quinze anos de idade e de estar a vivenciar o primeiro amor, as primeiras discussões, e claro, a ansiedade de no futuro ter ou não a capacidade para reinar um pequeno principiado europeu.


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